Home
Resultados
Convênios
Fale Conosco
 
 
   
   
 
LABORATÓRIO SANTA RITA
A empresa
Missão e Valores
Gestão de Qualidade
Unidades de Coleta
DIRETORIA
Nossa Equipe
SERVIÇOS
Laboratórios Apoiados
Médicos Solicitantes
Parceria com Empresas
REDES DE CONVÊNIOS
Nossos convênios
EXAMES
Consulte suas dúvidas
ESPAÇO SAÚDE
Informativos
LINKS ÚTEIS
Links
Informativo
Diabetes - 19/06/2014 11:43:59

O que é  a Diabetes

Os alimentos sofrem digestão no intestino e se
transformam em açúcar, chamada glicose que é absorvida para o sangue. A glicose
no sangue é usada pelos tecidos como energia. A utilização da glicose depende
da presença de insulina, uma substancia produzida nas células do pâncreas.
Quando a glicose não é bem utilizada pelo organismo ela se eleva no sangue o
que chamamos de HIPERGLICEMIA. Diabetes é a elevação da Glicose no sangue:
HIPERGLICEMIA. Aproximadamente metade dos portadores de diabetes tipo 2 desconhecem sua condição, uma vez que a doença é pouco sintomática. O diagnostico precoce do
diabetes é importante pois o tratamento evita sua complicações. Quando presentes os sintomas mais comuns são:

  1. Urinar excessivamente,
    inclusive acordar varias vezes a noite para urinar.
  2. Sede excessiva.
  3. Aumento do apetite.
  4. Perda de peso – Em pessoas
    obesas a perda de peso ocorre mesmo estando comendo de maneira excessiva.
  5. Cansaço.
  6. Vista embaçada ou turvação
    visual
  7. Infecções freqüentes, sendo
    as mais comuns, as infecções de pele.
  8. No diabetes tipo 2 estes sintomas quando presentes se instalam de maneira
    gradativa e muitas vezes podem não ser percebidos pelas pessoas. Ao contrário
    no diabetes tipo 1 os sintomas se instalam rapidamente, especialmente, urinar
    de maneira excessiva, sede excessiva e emagrecimento. Quando o diagnostico não
    é feito aos primeiros sintomas os portadores de diabetes tipo 1, podem até
    entrarem em coma, ou seja perderem a consciência, uma situação de emergência e
    grave.

Tipos da doença

Diabetes tipo 1 – É também conhecido como diabetes
insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste
tipo de diabetes a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas
células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de
diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose
no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são
dadas diariamente. O diabetes tipo 1 embora ocorra em qualquer idade é mais
comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Diabetes tipo 2 – É também chamado de diabetes não
insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes.
Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na
atualidade se vê com maior frequência em jovens , em virtude de maus hábitos
alimentares, sedentarismo e stress da vida urbana Neste tipo de diabetes
encontra-se a presença de insulina porém sua ação é dificultada pela obesidade,
o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de HIPERGLICEMIA.
Por ser pouco sintomática o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos
anos sem diagnóstico e sem tratamento o que favorece a ocorrência de suas
complicações no coração e no cérebro.

Diabetes Gestacional

 

Durante a gravidez ocorrem adaptações na produção
hormonal materna para permitir o desenvolvimento do bebê. A placenta é uma
fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela
captação e utilização da glicose pelo corpo.  O pâncreas materno,
consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro de
resistência á sua ação. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não
ocorre e elas desenvolvem quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo
aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes
quantidades de glicose ainda no ambiente intra-uterino, há maior risco de
crescimento fetal excessivo e,conseqüentemente,partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida
adulta.O diabetes gestacional pode ocorrer em
qualquer mulher.Não é comum a presença de sintomas. 
Por isso,
recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana (início
do 6º mês) de gravidez, como está a glicose em jejum e, mais importante ainda,
a glicemia após estímulo da  ingestão de glicose, o chamado teste oral de
tolerância a glicose .O diagnóstico é feito caso a glicose no sangue venha com
valores iguais ou maiores a 92 mg/dl no jejum ou 180 mg/dl e 153 mg/dl
respectivamente 1 hora e 2 horas após a ingestão do açúcar. Algumas mulheres tem maior risco de desenvolver a
doença e devem estar mais atentas.São considerados fatores de risco para o
diabetes gestacional: Idade materna mais avançada, ganho de peso excessivo
durante a gestação, sobrepeso ou obesidade, Síndrome dos ovários policísticos,
história prévia de bebês grandes (mais de 4 kg) ou de diabetes gestacional,
história familiar de diabetes em parentes de 1º grau , história de diabetes
gestacional na mãe da gestante, hipertensão arterial sistêmica na gestação e
gestação múltipla (gravidez de gêmeos).O controle do diabetes gestacional é feito na
maioria das vezes através de uma orientação nutricional adequada. A gestante
necessita ajustar para cada período da gravidez as quantidades dos nutrientes.
A prática de atividade física é uma medida de grande eficácia para redução dos
níveis glicêmicos. A atividade deve ser feita somente depois de avaliada se
existe alguma contra-indicação,como por exemplo, risco de trabalho de parto
prematuro. Aquelas gestantes que não chegam a um controle adequado com dieta e
atividade física tem indicação de associar uso de insulinoterapia. O
uso da insulina é seguro durante a gestação
 e o objetivo da
terapêutica é a normalização da glicose materna, ou seja, manter níveis antes
das refeições menores que 95 mg/dl e 1 hora após as refeições menores que 140
mg/dl. É importante destacar que a maioria das gestações
complicadas pelo diabetes, quando tratada de maneira adequada, irá ter um
excelente desfecho e os bebês nascerão saudáveis.
Aproximadamente 6 semanas após o parto a mulher que teve diabetes gestacional
deve realizar um novo teste oral de tolerância a glicose, sem estar em uso de
medicamentos antidiabéticos.O histórico de diabetes gestacional é um
importante fator de risco para desenvolvimento de diabetes tipo 2 ao longo da
vida adulta e na senilidade.O aleitamento materno pode reduzir o risco
de desenvolvimento de diabetes permanente após o parto. O
desenvolvimento de diabetes tipo 2 após o parto frequentemente é prevenido com a manutenção de uma alimentação balanceada  e com a prática
regular de atividades físicas.

fonte : Dra. Lenita Zajdenverg (Professora Adjunta da Universidade Federal do Rio de
Janeiro)



Diagnóstico de diabetes



Um simples exame de sangue pode revelar se você é
portador do diabetes. Mas esse não é um resultado concreto, caso seja notado um
aumento considerável da taxa glicêmica (superior a 100mg/dL ), deve-se realizar
um exame mais profundo. Para ter certeza do resultado e assim começar o
tratamento, o médico deve solicitar o teste oral de tolerância à glicose, mais
conhecido como Curva Glicêmica. O exame é feito em diversas etapas onde são
coletas amostras de sangue em um tempo determinado, geralmente esse sangue é
coletado de 30 em 30 minutos, nos intervalos, o paciente deve ingerir um xarope
de glicose. Os resultados são disposto em um gráfico.



fonte : Sociedade brasileira de Diabetes -
www.diabetes.org.br








 
 
   

O conteúdo desta página requer uma versão mais recente do Adobe Flash Player.

Obter Adobe Flash player

Copyright 2010 Laboratório Santa Rita - Todos os direitos reservados